quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Beyoncè(arrebenta)
18/02/10 - 07h46 - Atualizado em 18/02/10 - 08h26
Beyoncé é recordista em vendas de música nos EUA na década passada
Cantora obteve 64 certificações de ouro e platina.
Britney Spears foi a artista feminina mais premiada.
Da EFE
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Daigo Oliva/G1
A cantora Beyoncé, durante show em São Paulo (Foto: Daigo Oliva/G1)A estrela pop Beyoncé se tornou a artista que mais vendeu música durante a década passada nos Estados Unidos, à frente de Michael Jackson e do grupo The Eagles, informou nesta quinta (18) a Associação Americana da Indústria Fonográfica (RIAA, na sigla em inglês).
A cantora, que recentemente arrastou multidões em apresentações no Brasil, obteve no total 64 certificações de ouro e platina pela comercialização de discos, músicas, videoclipes, toques para telefones celulares e downloads legais pela internet entre 2000 e 2009.
Beyoncé foi seguida pelo grupo The Eagles, que conseguiu 48 certificações, enquanto Jackson, que morreu em junho do ano passado, ficou com o terceiro lugar
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
São paulo 456 anos
UOL MúsicaFotos
São Paulo, 456 anos: Érika Machado abre comemoração
(25/01/2010)
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O músico Milton Nascimento em apresentação de comemoração dos 456 anos de São Paulo, no Parque da Independência, nesta segunda (25) Glaucia Motta/UOL
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Legião Urbana
Da Redação
Legião Urbana durante show na gravação do Acústico MTV, em São Paulo (29/06/1992)
Todos os discos de estúdio da Legião Urbana serão relançados este ano em formato vinil. Segundo a gravadora EMI, responsável pela reedição dos álbuns, o projeto ainda está em discussão e por isso não há data definida para a discografia chegar às lojas nem mesmo se serão incluídos os LPs ao vivo.
Os trabalhos mais antigos da carreira de Renato Russo, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Rocha (que tocou nos três primeiros discos da banda) foram lançados originalmente no formato LP: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986), "Que País É Este?" (1987) e "As Quatro Estações" (1988).
O relançamento da EMI em vinil incluirá também "V" (1991), "O Descobrimento do Brasil" (1993), "A Tempestade" (1996) e "Uma Outra Estação" (1997). Os álbuns gravados ao vivo --"Acústico MTV Legião Urbana" (1999), "Como É que Se Diz Eu Te Amo" (2001) e "As Quatro Estações ao Vivo" (2004)-- ainda estão em estudo.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Jimi Hendrix álbuns póstumos ao vivo lançados em janeiro
Jimi Hendrix terá álbuns póstumos ao vivo lançados em janeiro
Caixa traz registros de shows em Paris e Ottawa. Repertório inclui 'Purple haze' e 'Little wing', entre outras canções.
Maria Bethânia explode corações em SP
Repertório é baseado nos dois novos álbuns da artista, ‘Tua’ e ‘Encanteria’.
Jorge Amado disse certa vez que Maria Bethânia é um “orixá vivo”, tamanha sua grandeza no palco. Fica difícil discordar do escritor diante da imagem da cantora balançando o cabelão grisalho, enquanto caminha descalça pelo chão forrado de rosas vermelhas entoando os versos: “minha Santa Bárbara/senhora de mim/luz que alumia/esse povo bom da Bahia/nos livre das tempestades desse mundo/dos raios dessa vida”.
Veja fotos do show
Foi essa a visão que a plateia lotada do Teatro Abril teve na noite de quinta-feira (10), quando Bethânia abriu com a música “Santa Bárbara”, a primeira das três apresentações que faz em São Paulo do espetáculo “Amor, festa, devoção”. A turnê, que já passou por seis capitais desde outubro e que termina em Brasília, tem repertório baseado nos dois novos álbuns da artista, “Tua” e “Encanteria”.
“Devoção” é a última das três palavras que dão nome ao show, mas é o clima de misticismo e religiosidade que domina o início da apresentação. Depois de “Santa Bárbara” há os sambas “Feita na Bahia” (fui feita na Bahia/num terreiro de Oxum/os tambores sagrados soaram pra mim) e “Coroa do mar” (ô de casa vem ver/Luziê sambar/seu colar é de conta/seu anel, de pedrinha).
Mas logo vem o “Amor”. Recolhida num cantinho do palco, Bethânia canta à meia-luz.
Começa com “É o amor outra vez”, num arranjo de bolero que chega a ser doído, de tão triste. Segue com “Tua”, composição de Adriana Calcanhotto que encantou tanto Bethânia, a ponto de batizar seu novo disco, o “romântico” - diferente de “Encanteria”, cujas músicas são “de celebração”.
É desse modo, aliás, que a cantora diferencia esses dois recentes trabalhos que norteiam a turnê.
Explode coração
Quando quer cantar o romantismo, Bethânia também pega emprestado o lirismo das músicas do irmão, Caetano Veloso. No show, entoa o “amor assim delicado” de “Queixa” e faz um “iê iê iê romântico” com “Não identificado”.
Sem preconceitos, a diva também busca poesia nos hits que fazem a cabeça do povão. E por que não?
Já é conhecida sua versão delicada para “É o amor”, de Zezé di Camargo e Luciano. No show, o clássico neosertanejo ganha uma citação de “Vai dar namoro”, da dupla Bruno e Marrone.
Surpreso, o público refinado que até então aplaudia contido cada uma das músicas, se exalta como numa micareta. Gritos de “Eu te amo!”, “Linda, gostosa!” e “Casa comigo!” ecoam pelo Teatro Abril.
“I love you, chuchu!”, responde a estrela, toda tímida, sem a desenvoltura de Ivete ou Claudinha Leitte - elas sim, acostumadas com esse tipo de reação afoita
show extra do Metallica
Ingressos para show extra do Metallica estão à venda
Público em geral pode comprar entradas a partir desta segunda (14).
Banda se apresenta dia 31 de janeiro no Estádio do Morumbi, em SP.
O público em geral pode comprar ingressos para o show extra do Metallica a partir desta segunda-feira (14).
A banda norte-americana, que já havia anunciado shows em Porto Alegre no dia 28 de janeiro e em São Paulo no dia 30, fará uma apresentação a mais em 31 de janeiro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
O primeiro lote de ingressos para o show foi vendido entre os dias 11 e 13 de dezembro apenas para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners.
O público em geral pode adquirir entradas a partir da 0h desta segunda pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo país e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).
O valor dos ingressos para a pista é de R$ 250 e para a pista vip é R$ 500. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250) e cadeira superior (R$ 300). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150 (Arquibancada Laranja), R$ 170 (Arquibancada Azul / Vermelha) e R$ 190 (Arquibancada Vermelha Especial).
Mais informações serão divulgadas no site oficial do show ou no site www.metallica.com
O Metallica retorna ao Brasil em janeiro para a turnê “World Magnetic Tour”, que promove seu último álbum “Death magnetic”, lançado em 2008.
Na estrada desde outubro do ano passado, a turnê já esgotou ingressos nos EUA, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações. O grupo, que esteve no Brasil pela última vez em 1999, já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as 10 bandas mais vendidas do planeta.
Show extra do Metallica em São Paulo
Quando: 31 de janeiro de 2010, às 20h30
Onde: Estádio do Morumbi, Pça, Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, São Paulo/SP
Quanto: R$ 150 a R$ 500
Metallica em Porto Alegre
Quando: 28 de janeiro de 2010, às 21h30
Onde: Estádio Zequinha, Av. Assis Brasil, 1200, Porto Alegre/RS
Quanto: R$ 120 a R$ 250
Metallica em São Paulo
Quando: 30 de janeiro de 2010, às 21h30
Onde: Estádio do Morumbi, Pça, Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, São Paulo/SP
Quanto: R$ 150 a R$ 500
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Michael Jackson
Pesquisa foi feita nos EUA em mais de 100 bilhões blogs e sites. Rapper Chris Brown lidera a lista dos famosos mais criticados.
sábado, 28 de novembro de 2009
AC/DC fala 'língua do rock'n'roll' e encanta o público em São Paulo
Símbolo máximo da juventude e de rebeldia contra a mesmice, o rock'n'roll nunca combinou muito bem com a ideia de envelhecimento. Mas 36 anos depois de plugar o mundo em seu hard rock de altíssima voltagem, o AC/DC parece longe de dar sinais de que esteja perdendo energia.
Diante de um Morumbi lotado - estima-se que ao menos 65 mil ingressos tenham sido vendidos -, a banda formada na Austrália pelos irmãos escoceses Angus e Malcolm Young subiu ao palco às 21h35 e fez uma apresentação de exatas duas horas de duração, com direito a explosões, muito suor e um mar de chifrinhos luminescentes que fizeram as arquibancadas do estádio brilhar do começo ao fim do espetáculo. No palco, um show à parte de luzes e tecnologia: telões em alta definição exibiam trechos de animações e imagens em estilo de videogame, e um conjunto de mais de 200 caixas de som proporcionavam um volume raramente ouvido em estádios.
Veja galeria de fotos do show do AC/DC em São Paulo
O repertório, sem surpresas, foi praticamente o mesmo que vem sendo apresentado na turnê de "Black ice", 15º e mais recente álbum de estúdio do grupo, que, apesar de lançado só em outubro de 2008 e de trazer poucas novidades, foi simplesmente o segundo disco mais vendido daquele ano.
Apoiado nas mesmas músicas - "Back in black", "Highway to hell", "T.N.T" - e no mesmo figurino - Angus ainda não desistiu de se vestir como um colegial rebelde de bermuda e gravata (verde-e-amarela, para a ocasião) -, o AC/DC não inventa moda. Faz um rock sem firulas, de riffs poderosos e a cozinha de baixo e bateria muito bem marcada.
Há 13 anos sem visitar o país - a última vez foi em 1996, e a primeira no Rock in Rio de 1985 -, o vocalista Brian Johnson não fez questão de dizer que "amo muito vocês" ou de ficar papagaindo frases decoradas. "Não sabemos português, mas falamos uma língua que todo mundo é capaz de entender: rock'n'roll", avisou logo no início do show, que abriu com "Rock'n roll train", faixa do disco novo, dona de um dos riffs mais grudentos de toda a discografia do AC/DC (e não são poucos).
A metáfora da locomotiva roqueira ou da máquina de guerra que não pode parar inspira não só os cenários do show, com direito a um trem de 6 toneladas e diversos canhões no palco, como traduz a própria perfomance de Johnson e Angus. Pouco se lixando para a barriguinha saliente ou para a calvície típicas dos seus bem mais que 50 anos de idade, vocalista e guitarrista concentram praticamente todas as atenções do público, ora correndo pelo palco de 78 metros de largura, ora incorporando o guitar hero em um solo de quase 10 minutos numa plataforma elevada na passarela projetada sobre o público.
Em um dos pontos mais altos do show, ao som da blueseira "The Jack", de 1975, Angus faz um strip tease, ficando só de bermudas e com sua inseparável Gibson SG até o final do espetáculo. Sem ter nem sombra do sex appeal de um Mick Jagger, a intenção é menos de sensualidade e mais de fanfarrice. Suas musas não são top models, mas garotas sujas e de seios fartos como Rosie, a conhecida boneca inflável gigante que a banda traz de volta ao palco, desta vez de calcinha e cinta-liga, simulando sexo com a locomotiva do cenário durante a clássica "Whole lotta Rosie".
O público delira, canta junto, bate palminhas e espanta a chuva que ameaçava cair. Nos telões, uma fã mais empolgada levanta a camiseta e mostra o sutiã.
Como há três décadas, o show do AC/DC é um grande teatro. Fala de sexo, de inferno, de trovão e de todos os clichês associados ao imaginário do gênero. Parece fácil de fazer - como o parecem os solos de Angus ou a bateria e baixo econômicos de Phil Rudd e Cliff Williams -, mas poucos são capazes de repetir e com tamanha propriedade. O ano é 2009, mas a velha máxima continua valendo: é só rock'n'roll, mas (quando é bom mesmo) a gente gosta.
Confira abaixo o repertório completo do show:
1. "Rock'n roll train" - de "Black ice" (2008)
2. "Hell ain't a bad place to Be"- de "Let there be rock" (1977)
3. "Back in black" - de "Back in black" (1980)
4. "Big Jack" - de "Black ice" (2008)
5. "Dirty deeds done dirt cheap" - de "Dirty deeds done dirt cheap" (1976)
6. "Shot down in flames" - de "Highway to hell" (1979)
7. "Thunderstruck" - de "The razor's edge" (1990)
8. "Black ice" - de "Black ice" (2008)
9. "The Jack" - de "T.N.T." (1975)
10. "Hells bells" - de "Back in black" (1980)
11. "Shoot to thrill" - de "Back in black" (1980)
12. "War machine" - de "Black ice" (2008)
13. "Dog eat dog" - de "Let there be rock" (1977)
14. "You shook me all night long" - de "Back in black" (1980)
15. "T.N.T." - de "T.N.T." (1975)
16. "Whole lotta Rosie" - de "Let there be rock" (1977)
17. "Let there be rock" - de "Let there be rock" (1977)
BIS
18. "Highway to hell" - de "Highway to hell" (1979)
19. "For those about to rock (We salute you)" - de "For those about to
rock" (1981)